“Veja! E não diga que a canção está perdida
Beba! Pois a água viva ainda está na fonte
Você tem dois pés para cruzar a ponte
Nada acabou!
Tente! Levante sua mão sedenta e recomece a andar
Não pense que a cabeça agüenta se você parar
Não! Não! Não!
Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
Bailando no ar
Queira! Basta ser sincero e desejar profundo
Você será capaz de sacudir o mundo Vai!
Tente outra vez!
Tente! E não diga que a vitória está perdida
Se é de batalhas que se vive a vida
Tente outra vez!...”
Raul Seixas
Pela mensagem do músico e compositor baiano Raul Seixas podemos observar que o sentimento humano já expressava a conclusão a que chegou o cientista japonês com seus estudos, “sacudir” ou transformar o seu corpo, mudar os padrões do seu microcosmo, vai interferir nas ações desencadeadas no macrocosmo, no padrão do “mundo”.
Correlacionando com os dados da pesquisa, observamos que a aparência física não é a única coisa que muda com as energias vibracionais, o arranjo da estrutura molecular da água também se altera e este é um dado importantíssimo. Nesta percepção a água tanto tem a habilidade de espelhar visualmente o meio ambiente como também refletir pelo arranjo molecular esse mesmo ambiente.
O livro inicial de Emoto The message from water is telling us to take a look at ourselves (códigos ISBN 9784939098000 e 1920040026671), complementado em 2001 pelo vol. II: Hado creates words, words are the vibrations of nature. Therefore beautiful words create beautiful nature, ugly words create a ugly nature. This is the root of the Universe (ISBN 9784939098048 e 1920040027005). Trazem todos os dados e as conclusões por ele encontradas na busca acerca deste assunto que levou cinco anos de pesquisa.
A experiência de Emoto e sua equipe, permite compreender melhor o artigo A biologia da era da matéria à era da informação: o poder da água é imenso, de Jacques Benveniste (publicado na revista: Science Revue/NR.8, trimestral, abril 2002), que se refere às pesquisas que Benveniste realizou em 1985, com sistemas hipersensíveis (alérgicos), ocasião em que trouxe à luz os fenômenos de alta diluição, denominados pela mídia de “A memória da água”, no qual há citação de que “...a vida depende de sinais que as moléculas trocam entre si...”. Ele afirmou que não há nenhum processo vital, mesmo o simples levantar um dedo mínimo, sem troca de sinais entre as moléculas, e que elas se falam em uma cadeia de eventos bioquímicos extraordinariamente complexos para que um dedo se mova.
Estes são exatamente os fundamentos seguidos pelos Florais, sistema ordenado pelo Drº Bach, onde a água extrai das flores suas informações (ou no caso de estarmos colocando a pesquisa de Jacques Benveniste – sua vibração, seu sistema de códigos bioquímicos) assim, sendo impregnada pela “personalidade” da flor, ou seja, pelos códigos vibracionais de determinada flor, que em altas diluições e administrada em freqüência de espaço de tempo e dose em gotas irá trocar com o ambiente interno do corpo a ser tratado às informações que adquiriu da flor que esteve antes em contato.
Observamos que a pesquisa de Emoto sintetiza e demonstra certezas já utilizadas e conhecidas de muitos outros que a ele antecederam cientistas, médicos, artistas, terapeutas, etc.; pois o Doutor Edward Bach observou, estudou e experimentou sua descoberta e tais informações são utilizadas com sucesso até os dias atuais. O sistema conhecido como Florais de Bach, já foi inclusive adaptado em várias culturas com outros formatos de florais: Os Florais de Saint Germain, Os Florais de Minas, Florais Australianos, Californianos são também sistemas que obedecem aos mesmos fundamentos, porém com elementos diferentes.
Existem pessoas que podem relatar suas experiências com cada um dos sistemas citados e todos eles utilizam em sua base a água e as flores – duas forças da natureza que desaprendemos a utilizar e respeitar.
Aqui estão, como uma ilustração, algumas das fotos impressionantes registradas pelo Drº Masaru Emoto em seu experimento:
Formato da molécula de água em sua nascente.
Formato da molécula da água em um rio poluído.
Formato de molécula, exposta ao som de uma oração.
A mesma molécula antes da oração.
Molécula exposta à energia do som da Ária para corda em Sol, de Bach.
A mesma molécula de água exposta ao som de um Rock Heavy Metal.
Molécula de água exposta ao som de um “muito obrigado”.
Cristais da água com essência de camomila.
Existem muitas críticas sobre as conclusões atingidas por Emoto, mas, todos nós sabemos que temos sim o poder de interferir no cotidiano, nos acontecimentos, no fluir da energia que move o ambiente em que vivemos; é algo que se experiencia a todo momento é pelo exercício deste poder que chegamos ao ápice da situação que estamos assistindo: o avanço da violência de todo nível, catástrofes ambientais, transformação do planeta que é nossa morada, avanço tecnológico a qualquer preço. Portanto, entender as pesquisas de Emoto, é tão simples que parece estarmos diante da solução para todo o mistério que antes nos rondava como indecifrável.
Também é clara a necessidade de tomar iniciativas defensivas e reparadoras enquanto julgamos ainda existir tempo para isso. A informação precisa ser difundida para que a consciência coletiva atinja um novo padrão.
Beber água poluída faz mal a saúde. Todos nós concordamos com esta afirmação. Mas não respondemos a pergunta – Poluída com o que? Pois, se o elemento está poluído é porque a sua essência foi modificada de alguma maneira ou por alguma coisa: substâncias que não fazem parte da sua composição, ou mesmo o seu formato foram transformadas em algo disforme.
Tenha fé em Deus. Tenha fé na vida
Tente outra vez!...